quarta-feira, 3 de novembro de 2010

DEMOCRACIA X AUTORITARISMO SOCIAL


Impressionante, triste, revoltante, mas ao mesmo tempo normal. Nada de surpreendente, apenas explicita algo que subjaz nossa sociedade. Estou tratando da revolta preconceituosa, xenofóbica, racista, elitista, classista e autoritária que estamos vivendo nos últimos dias, principalmente na internet através do twitter, que representa um comportamento não apenas virtual, mas real e triste.

Inúmeros ataques aos nordestinos, ao Bolsa Família, aos pobres, ao PT, ao Lula, à Dilma, aos índios, entre outros ataques infestados de preconceito e exclusão social. Triste realidade.

Alguns comentários são necessários:

1) Isto demonstra que o pensamento mais arraigado na direita (ainda que nem saibam disso) persiste com força, de forma conservadora, autoritária e excludente. Ainda que politicamente vivamos em uma democracia, uma parcela da sociedade (esta mesma que se acredita superior!) ainda é extremamente autoritária. Lembro do artigo de Evelina Dagnino que tratava deste tema, ao explicar o que ela chama autoritarismo social:

O autoritarismo social engendra formas de sociabilidade numa cultura autoritária de exclusão que subjaz ao conjunto das práticas sociais e reproduz a desigualdade nas relações sociais em todos os seus níveis. Nesse sentido, sua eliminação constitui um desafio fundamental para a efetiva democratização da sociedade. A consideração dessa dimensão implica desde logo uma redefinição daquilo que é normalmente visto como o terreno da política e das relações de poder a serem transformadas. E, fundamentalmente, significa, de modo a incluir o conjunto das práticas sociais e culturais, uma concepção de democracia que transcende o nível institucional formal e se debruça sobre o conjunto das relações sociais permeadas pelo autoritarismo social e não apenas pela exclusão política no sentido estrito. (DAGNINO, 1994: pp. 104-105)” *.


Assim, estas manifestações refletem o que há de mais autoritário e atrasado em nosso país, buscando excluir da sociedade uma parcela significativa. Felizmente é contra essas práticas que devemos lutas e esta é uma das diversas lutas que representam o governo Lula e agora Dilma.

2) O preconceito, racismo e fascismo devem ser excluídos de qualquer sociedade! Mas uma campanha repleta de ódio e preconceito como foi a de Serra só podia alimentar este tipo de pensamento e comportamento. O lado bom disso é que um sentimento velado agora vem à tona e mostra a cara dessa elite xenofóbica.

3) A ideia de se achar superior, o que mantém o princípio nazista de supremacia da raça ariana é totalmente inadmissível nos dias de hoje! Achar que é superior porque é rico, paulista ou sulista e leitor de Veja, Folha e Estadão é um grande absurdo.

4) O princípio liberal de que o Estado não deve ser responsável por redistribuição de renda, que pobre deve continuar sendo, e pior, se é pobre é porque é vagabundo, são parte de uma ideologia ainda existente e aparente agora.

5) São estes princípios que podem ser explicitados agora e que não são adequados para serem levantados durante a campanha eleitoral. A onda de boatos preconceituosos já sinalizava neste sentido.

6) Incrível a defesa que fazem da candidatura Serra e crítica do Lula, principalmente de sua principal política social que é o Bolsa Família. Talvez saibam que era mentira a promessa de seu candidato Serra de dar 13º para esta política de renda mínima.

7) Outro aspecto são dois erros graves de análise e de alvo de raiva: o Nordeste não garantiu a vitória de Dilma, pois sem ele a candidata do PT teria quase dois milhões de votos a mais que seu oponente; a não percepção de que os grandes responsáveis pela eleição de Dilma foram Minas Gerais e Rio de Janeiro, isto é, o sudeste!

8) Ainda, o que pensar dos tantos milhões de sulistas, paulistas e de todos os demais Estados que votaram Dilma? Devem ser alvo de ódio também?

Felizmente o povo brasileiro já sabe que este posicionamento não cabe mais no século XXI e estamos rumando para um futuro mais igual, fraterno e justo, representado pelo atual governo e o futuro governo de Dilma. Não é por acaso que o PT sai ainda mais forte e o DEM praticamente sumiu do cenário político. Esse atraso é minoria para o bem do Brasil e felicidade de todos!

A democracia é um longo e constante processo, não podemos deixar que opiniões como estas representem um obstáculo á nossa construção que está sendo muito bem consolidada.

Encerro com uma feliz citação daquele que era um exemplo de cidadania, intelectualidade e educação brasileira, Darcy Ribeiro, em sua grande obra, “O Povo Brasileiro”:

A mais terrível de nossas heranças é esta de levar sempre conosco a cicatriz de torturador impressa na alma e pronta a explodir na brutalidade racista e classista. Ela é que incandesce, ainda hoje, em tanta autoridade brasileira predisposta a torturar, seviciar e machucar os pobres que lhes caem às mãos. Ela, porém, provocando crescente indignação nos dará forças, amanhã, para conter os possessos e criar aqui uma sociedade solidária (RIBEIRO, 1995, p. 120)**


* Sonia E. ALVAREZ, Evelina DAGNINO e Arturo ESCOBAR (orgs.). Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos (novas leituras). Belo Horizonte, Editora UFMG, 2001.

** RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 1995.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

SOLIDARIEDADE



Neste momento em que muitos parabenizam a presidenta eleita, Dilma Rousseff, eu gostaria de me dirigir a todos aqueles que se sentem derrotados. Como sou um defensor da democracia, creio ser fundamental me dirigir aos mais de 40 milhões que gostariam que José Serra fosse o Presidente.

Primeiro me solidarizo com a dor de vocês, de ver um candidato derrotado. Tudo bem que não apresentou sequer um projeto político, um programa de governo. Tudo bem que não expôs o ex-Presidente FHC, governo o qual ele era parte importante. Mas apesar disso tudo vocês tem mais o que lamentar.

Vamos por partes:

1) No cenário internacional vamos ter que continuar vendo o Brasil como um país respeitado, mais influente e sendo uma liderança importante. Não poderemos ter novamente a tão desejada submissão aos chamados países grandes, principalmente os Estados Unidos. Infelizmente teremos que o Brasil seguindo uma política externa mais aberta, buscando diferentes frentes e não apenas aquelas consideradas importantes e que nos permitiam ser submissos.

2) Na política econômica não poderemos voltar a ter mera política monetária, não poderemos mais ter juros altos e um risco Brasil extremamente elevado. Vamos ter que conviver com uma realidade melhor, vamos ter que seguir crescendo. Não teremos arrocho salarial e nem real desvalorizado. Devemos lamentar, pois tínhamos tudo para dar errado na crise mundial e, por atuação adequada do governo, deu tudo certo e realmente não passou de uma “marola”.

3) Outro ponto de lamentação é o fato de não podermos voltar ao processo de privatização. A Petrobrás e o Pré-sal terão que continuar sendo administrados pelo governo, isto é, pelo povo brasileiro. Os recursos terão que ser investidos em políticas sociais, saúde, educação, ciência e tecnologia. Podendo muito bem servir para aumentar os lucros de empresas multinacionais, teremos que ver estes recursos se voltar para a sociedade brasileira.

4) Triste também são as Universidades que voltaram a ser valorizadas e continuarão sendo. Lamentavelmente não será possível retornar ao sucateamento dos tempos de FHC. Infelizmente o ensino superior continuará sendo valorizado e não corre risco de ser destruído e também privatizado.

5) O mais triste do ensino superior e que teremos que agüentar: com criação e valorização das universidades federais e com o PROUNI qualquer um pode estudar. Infelizmente agora vocês que são da elite, são “superiores” vão ter que ter colegas pobres, filhos de pedreiros, faxineiras. Entendo as saudades de quando só filho de rico podia ser doutor!

6) É triste ver que Dilma representa um governo com 83% de aprovação. Seria melhor o candidato que representa um governo que terminou seus oito anos com um pouco mais de 30% de aprovação. Também, convenhamos, fazendo política para quem precisa, para os milhões de pobres que saíram da pobreza, dos milhões que conseguiram emprego, dos milhões que passaram a ter casa, dos milhões que agora podem comer! O candidato de vocês defendia mais bolsa-família, mais salário mínimo. Tá certo que ele nunca fez nada nesse sentido e nem vocês queriam que ele fizesse isso, mas valeu a tentativa.

7) Lamentável a elite, principalmente a paulista, continuar sem governar o país! Que saudades vocês devem ter de FHC, Adhemar de Barros e os bons tempos da política café-com-leite.

8) Lamentavelmente deverão conviver com a quebra de preconceitos. Contra nordestinos, contra os negros, contra as mulheres, contra os pobres, contra os trabalhadores, contra os aposentados. Bons tempos quando o Presidente FHC chamava aposentados de vagabundos. Infelizmente a crença de que pobre é pobre porque é vagabundo não prevaleceu. Infelizmente hoje há muito mais oportunidades.

9) Lamentável hoje ver que qualquer um pode ter condições de consumo, que qualquer um pode estudar, que qualquer um pode viajar (até mesmo de avião!), que qualquer um pode ser orgulhar de ser brasileiro.

10) Mais triste é ver que a corrupção aparece e é investigada. Triste não podermos mais engavetar as denúncias como no governo tucano. Triste a Polícia Federal investigar como nunca! Triste prender ricos, como da Daslu, que são “pessoas de bem”. Triste não poder mais esconder como foi feito com a Pasta Rosa, a emenda da reeleição, sanguessugas e tantos outros casos de corrupção do governo FHC. Triste ainda é não poder esconder como se faz em São Paulo com Paulo Preto, Rodoanel, verbas do SUS, entre outros tantos casos que nunca são sequer investigados.

11) Inacreditável é ver a Globo, a Veja, a Folha, o Estadão, entre outros, se esforçando tanto para destruir uma candidatura apenas porque é amplamente apoiada pelo povo. Aliás dou um conselho, comecem a criar um grupo de apoio à estes meios de comunicação. Tentem convencer a falarem algo relacionado à verdade, à credibilidade. É triste ver meios de comunicação tão relevantes caindo em total descrédito.

12) Lamentável ver vencer uma campanha que mostra um projeto que dá certo e propostas para sua manutenção! Muito melhor seria a vitória de uma campanha suja como a do Serra. Sem projeto, sem programa, como algumas propostas demagógicas isoladas e muita boataria, mentira e terrorismo eleitoral.

13) Triste ver que venceu a candidatura apoiada pela maioria do povo, com inúmeros manifestos de apoio, como por exemplo: mais de seis mil professores universitários, milhares de artistas, intelectuais, filósofos, psicólogos, profissionais da saúde, engenheiros, arquitetos, trabalhadores, sindicatos e tantos outros. Como vocês dizem, isso é tudo ignorância! Só quem tem “o verdadeiro conhecimento” são so sábios da classe média alta, leitora da Veja, Folha e Estadão!

Desculpem, mas eu fico triste de ver tanta revolta e ódio, ainda que saiba que tenha sido alimentado pelo candidato Serra. Acredito que será com reflexão e com tentativa de ver a realidade além da raiva, além do preconceito e da manipulação que poderão deixar de ser “do bem” apenas no slogan.

Desculpem, mas o Brasil vai seguir avançando, sendo menos desigual, sendo um país melhor para todos, sendo mais importante, mais respeitado. Desculpem, o Brasil agora tem uma mulher, Dilma Rousseff, presidente da República!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

PIG x Dilma


O PIG está fazendo um grande esforço para impedir a vitória de Dilma. Parece que não obterá êxito. Para quem não sabe PIG é a denominação dada por Paulo Henrique Amorim ao que ele chama de Partido da Imprensa Golpista, como a Globo, Folha de São Paulo, Veja, Estadão, entre outros. O trabalho de tentar de qualquer jeito destruir o governo e a candidatura de Dilma e salvar a candidatura de Serra chega a ser deprimente. A invenção de dossiês, a acusação de terrorismo, de radicalismo, chegando ao ponto do papel ridículo de William Bonner entrevistando Dilma no Jornal Nacional, tentando desestabilizá-la de qualquer forma, sendo agressivo e deselegante. O desespero está evidente. De agora em diante será daí para pior, com certeza! E quanto mais Dilma vai se distanciando, maior o desespero. Mas por quê? Qual o problema? É incrível, o Brasil tem muitas peculiaridades, mas o que talvez seja uma de suas maiores marcas é o elitismo, o conservadorismo, o autoritarismo social. A dificuldade em aceitar o sucesso do governo, a dificuldade em não aceitar a ausência da elite paulista no poder, a não aceitação do avanço de políticas sociais, de um crescimento e desenvolvimento do país talvez sejam algum pontos a ser destacados. Claro que temos problemas, e não são poucos! Acreditar que alguém vai transformar o Brasil em um país escandinavo em alguns anos não é possível. Que a falta de ética que faz parte de uma elite conservadora e que só se preocupa agora por que está perdendo espaço, de uma sociedade desigual que nunca foi problema, agora que está melhorando passam a se preocupar. Para finalizar o que resume tudo isso: Dilma vencer significa o sucesso do governo Lula, significa o avanço e crescimento do Brasil, significa mais política social, significa maior protagonismo na política internacional, significa desenvolvimento e para alguns isso é tudo que não pode acontecer. Lula tem 80% de aprovação e isso dói no PIG, dói nos conservadores, dói em quem nunca acreditou realmente no Brasil, dói em quem só pensa no seu próprio umbigo. Bom, só resta a eles, graças à democracia que defendem, mas não gostam muito, continuarem lutando para voltarmos a sermos o Brasil subserviente e elitizado que tanto desejam!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Amizade não se compra


Há muito tempo eu quero voltar a escrever no blog e não consigo. Pois agora acabo de chegar em casa, antes de dormir resolvi ver as notícias, redes sociais e e-mails. Fiquei espantado com uma reportagem no Clicrbs (http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2977721.xml).
Trata do que se denominou de "PERSONAL FRIEND", isto é, AMIGO DE ALUGUEL. Caramba!! Que bizarro isso! A que ponto chegamos. As relações humanas mais elementares como amizade e amor deveriam ser acompanhadas de sentimentos que pareciam ser de natureza distinta do dinheiro e do lucro. Mas não! Nada escapa. Sei que ainda existe amizade, felizmente acredito que tenho muitos amigos, mas este mundo de redes sociais, personal friend, de individualismo e consumismo, parece que a sociedade fica cada mais vez sem sentimento, cada vez mais um amontoado de produtos. Todo mundo está aí para vender ou ser vendido, comprar ou ser comprado. Até os sentimentos são fluidos, como diz Bauman em sua modernidade líquida. Tudo deve ser rápido, tudo é consumível. Me espanta a possibilidade de ouvir um dia:
- Aquele cara é um amigão! Tem 357.456 followers no Twitter e uma hora de personal friend com ele custa 5 mil reais!
É a mercantilização total das relações e até dos sentimentos. Isso é sociedade ou é um grande mercado? Vejo as redes sociais como algo positivo, mas se bem utilizado. Agora amigo de aluguel, puxa vida, somos humanos ou sabonetes, big macs, tênis, etc. ?
Uma declaração de um personal friend me chamou atenção:
- "Além de gostar de ouvir, é preciso não ser crítico. Cada um tem sua história de vida, não podemos julgar ninguém".
Incrível! O amigo que não pode criticar é tudo, menos amigo. Amigo é o que ouve, mas também o que fala o que tem que ser dito. AMIZADE NÃO SE COMPRA! Amizade deveria ser um sentimento ou uma relação com afetividade e voluntarismo e não com um preço.
Eu queria escrever mais, mas não tô gostando muito do meu texto e se prosseguir vai piorar. Só queria expressar o que estou sentindo e retornar ao funcionamento do blog que estava abandonado. Outro dia volto a este assunto.
Deixo por fim uma pergunta:
O que esperar de uma sociedade em tudo se torna mercadoria e que constrói seres humanos que são tão solitários que precisam comprar amigos e outros que se prestam a vender amizade (se é que isto é realmente possível)?


Dedico o meu retorno ao blog à todos meus amigos e amigas que realmente nunca precisaram de um centavo para conseguirem o espaço que tem no meu coração.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Eleições 2010

Este ano é um ano eleitoral. Uma eleição que confrontará dois governos, dois projetos, duas formas de compreender o papel do Estado. São 8 anos de FHC X 8 anos de Lula. É Serra X Dilma. Sei que há quem diga que tem o Ciro, a Marina, ou outros, mas me desculpem, a não ser que haja algo de grande mudança esses serão apenas coadjuvantes. O que não quer dizer que não terão sua importância. Como em um filme, muitas vezes, os coadjuvantes acabam fazendo toda a diferença, mas ainda assim são coadjuvantes!

É inegável que o Brasil já vive há mais de dez anos uma polarização política, o que vejo como salutar, como amadurecimento da democracia. De um lado a aliança DEM/PSDB, de outro PT/PCdoB e outros aliados nem sempre fiéis em ambos os lados. Queiram ou não, é preciso reconhecer que será uma eleição plebiscitária, o que torna a candidata petista ainda mais forte. A aprovação do governo Lula é fato inédito em nossa história e será muito difícil derrotar uma candidata com seu apoio. As pesquisas já mostram um surpreendente crescimento de Dilma, antes do esperado. Outro ponto crucial é o papel do Estado: de uma lado o Estado mínimo neoliberal dos 8 anos de FHC, de outro o Estado indutor do desenvolvimento dos 8 anos de Lula.

As regionalidades também marcarão estas alianças que terão suas peculiaridades em cada Estado, ou mais ainda, em cada canto deste país.

Em meio a tudo isto está o PMDB que desde a reabertura democrática está no poder, seja qual for o governo. É um partido que sempre está no poder sem precisar ser eleito, o que demonstra sua grande força política e que pode mais uma vez ser o fiel da balança. Tudo indica que se aliará nacionalmente com o PT de Dilma, mas nestas peculiaridades regionais sabemos que é inconcebível uma aliança PT/PMDB no RS, assim como aqui no município de Rio Grande.

Tudo isso faz parte do jogo político e cabe ao eleitor prestar atenção no jogo, nas cartas que estão sendo lançadas.

Sei que não escrevi nenhuma novidade, nada de mais, apenas algumas palavras introdutórias para começar a falar de eleições 2010 e retomar o funcionamento do blog.

Muitas postagens virão, muitas sobre o mesmo tema.


Mais um retorno!




Finalmente vou tentar restabelecer minhas postagens! Esse semestre começou bem corrido, por isso após as férias está difícil retornar às atividades do blog, mas pretendo voltar a fazê-lo. Agora está tarde, tenho que dormir, mas já tenho muitas coisas para postar (na cabeça!). Tem Sociologia, Política, Filosofia, aulas, pré-sal, eleições, e por aí vai! Fim de semana postarei de verdade! Abraços e beijos